sábado, 30 de abril de 2011

Oficial da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso do Sul comandará o Exercício de Operações de Manutenção de Paz das Américas

recurso

Campo Grande - (MS) O tenente-coronel PM Adauto Alves de Macedo comandará o Exercício de Operações de Manutenção de Paz das Américas (Exc OMP-A) da unidade de Polícia da Organização das Nações Unidas, com a participação de representantes de 17 países, entre os dias 2 e 13 de maio de 2011.

O tenente-coronel Adauto foi indicado pela Inspetoria-Geral das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros (IGPM) e teve seu nome aprovado pelo Comandante Geral da Polícia Militar, coronel Carlos Alberto David dos Santos, para esta missão por preencher os requisitos do Comando de Operações Terrestres do Exército Brasileiro, que exigia para a função um oficial que tivesse experiência em missão de paz, que se expressasse no idioma inglês ou espanhol, que fosse habilitado em armas de porte, dentre outros requisitos. O tenente-coronel Adauto já participou como observador da ONU em Moçambique em 1994, em Angola em 1995 e 1996 e no Timor Leste em 2000.

Por ter seu nome no banco de dados da IGPM, órgão do Exército Brasileiro, o Tenente-Coronel Adauto acredita que dentre em breve poderá estar participando de outras missões de paz no Sudão, Haiti e novamente no Timor Leste, “Estarei preparado e disponível para isso, mas não depende somente de mim, posso até ter meu nome indicado pela IGPM ao comandante-geral da PMMS que avaliará a indicação e aprovando-a, encaminhará para a homologação do Governador, se isso acontecer e meu nome for ratificado, terei maior orgulho em mais uma vez representar meu Estado e o Brasil neste trabalho humanitário. Por enquanto estou me preparando para me apresentar no domingo (01/05) em Brasília para dirigir o Exercício de Operações de Manutenção de Paz das Américas na parte referente às policias”, comentou o tenente-coronel Adauto.

No Exc OPM-A que ocorrerá em Brasília no período de 2 a 13 de maio estarão participando, além de representantes de 17 países, também representações de policiais militares e bombeiros de vários estados brasileiros, “Sinto orgulho em ter um Oficial da PMMS a frente deste exercício, e fico mais feliz ainda em ver mais uma vez o Mato Grosso do Sul se destacando no cenário nacional, isso mostra que temos profissionais de segurança pública altamente capacitados” acrescentou o comandante do policiamento metropolitano, coronel Sebastião Henrique de Oliveira Bueno.
Assessoria de comunicação - PM5

Carro de polícia


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O carro de polícia é essencial para a organização e mobilidade da polícia e é amplamente utilizado em todo o mundo para todos os tipos de operações executadas por qualquer departamento de polícia. Mas em alguns locais, como na Grã-Bretanha, a utilização de patrulhas motorizadas estão sendo substituídas pelo policiamento a pé, para melhor interação com a sociedade.

UTILIDADES:
Carro de polícia ou viatura policial é um veículo utilizado pela polícia, para transportar agentes, chegar ao local de uma ocorrência, transportar suspeitos, patrulhar um local, ou até mesmo perseguir criminosos.
Os carros de polícia são adaptados conforme a sua área e divisão de atuação. Normalmente, os veículos utilizados pela polícia são equipados com sirenes, giroflex e com pinturas especiais para identificação da população civil.

EQUIPAMENTOS:
Os veículos utilizados pela polícia recebem muitas modificações, tanto no desempenho quanto na aparência visual. As modificações podem incluir mudanças na pintura, melhorias na lataria para melhor resistência e durabilidade. Também são modificados a suspensãofreiopneusvelocímetroalternadortransmissão eradiador.

Alertas Visuais

Ford Crown Victoria Police Interceptor com luzes de alerta ligadas.
Existem dois tipos de alertas visuais, os passivos e os ativos.
Os Passivos são adesivos colados na viatura para melhor identificação. Durante a noite, os adesivos refletem na luz da lanterna do carro de trás e facilitam a identificação da viatura em até 3 metros de distância. Também são utilizados símbolos com a identificação da divisão e departamento da viatura. Esses símbolos só podem ser utilizados em viaturas de emergência, e o uso por qualquer outra pessoa é considerado uma violação dos direitos internacionais.
Os Ativos são os alertas visuais utilizados pela polícia em caso de uma situação de emergência em andamento e o veículo estiver se dirigindo para o local. Existem diversos tipos de luzes de emergência que podem ser utilizadas em cima, na lanterna, no retrovisor, na parte de cima do painel, na grade do motor e no vidro traseiro. As luzes em geral são vermelhas, brancas, azuis e amarelas.

[editar]Outros Alertas

Golf Mk4 da polícia austríaca com as luzes de alerta ligadas.
Além das luzes, também são utilizados alertas sonoros, em geral repetitivos para chamar atenção dos outros motoristas. Alto-falantes e lanternas auxiliares (holofotes) são utilizados para interceptar veículos suspeitos.

[editar]Comunicação

Rádio de comunicação é essencial para contatar outras viaturas e a central de operações, normalmente trabalha em frequência diferente de rádios comuns.

[editar]Equipamentos adicionais

Lamborghini Gallardo da patrulha rodoviária da Polizia di StatoItália.
Em alguns carros de polícia existe uma área entre os dois bancos da frente, onde ficam todos os controles adicionais do carro, como a ativação das luzes, do rádio de comunicação e um compartimento seguro para armazenamento de armas de fogo.
A maioria dos carros de polícia também possuí um divisor entre os bancos da frente e o de trás, para garantir o transporte de suspeitos sem a possibilidade dele atacar o condutor ou o passageiro. O material desses divisores pode variar de simples redes de metal até vidros à prova de balas.
Alguns carros também são equipados com GPS para alertar o condutor de um possível roubo de carro e mostrar o caminho por meio de orientação da central. Esse equipamento tem como principal objetivo fornecer à central de polícia, com auxílio de satélite, a localização da viatura policial.
O pára-choque também é aumentado e reforçado em alguns veículos para ajudar a manter a estabilidade durante as manobras de interceptação, como o famoso PIT.
O motor de algumas viaturas não funciona se a chave não estiver na ignição, impedindo assim uma tentativa de furto.

[editar]Veículos sem identificação

Muitas forças policiais utilizam carros sem nenhum tipo de distintivo ou identificação visível. Normalmente são utilizados por detetives e em investigações. Tem a vantagem de não serem reconhecidos de imediato, sendo muito úteis para flagrantes.



IMPRESSIONANTE, chuva de granizo

video

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Sexta-feira, 19 maio de 2006 - Uma questão de honra

João Mellão Neto


Uma salva de tiros, um toque de clarim, e o esquife desceu à terra. Estava lacrado, indicando que aquele corpo fora severamente mutilado. Era toda uma vida que se interrompia, barbaramente, naquele instante. A pungente cena se repetiria dezenas de vezes por toda a cidade. Aquele Dia das Mães jamais será olvidado. Foi o dia em que numerosas mães, atônitas, perplexas, desconsoladas, se despediram para sempre dos seus filhos.

A autoridade presente, o representante da Secretaria da Segurança Pública, mal conseguia esconder a sua comoção e o seu constrangimento. O que dizer àquelas famílias? Àquelas mães, àquelas esposas ainda jovens, rodeadas por seus filhos crianças, agora órfãos, na vã expectativa de minorar o seu sofrimento? Reiterar-lhes que aquele que partia fora um herói? Que sacrificara a própria vida por um grande ideal? Não. Ele sabia de antemão que a dor maior não se exprime em palavras. Pouco ou nada falou. Abraçou apertadamente todos os familiares da vítima e, com os olhos marejados, retirou-se do local. Ainda haveria, naquele dia, de repetir o seu gesto muitas vezes mais. Mais uma salva de tiros, mais um toque de clarim, e assim, naquele domingo, em vários campos santos diferentes, ele se faria presente, homenageando os mártires daquele que seria marcado para sempre como o "dia da infâmia".

Policiais, eu não me canso de dizer, não são cidadãos comuns. Nós, os paisanos, não arriscamos nossa vida em troca de medalhas ou apenas de mero reconhecimento. Somente os heróis o fazem, e muitos, ao tombarem, nem sequer levam consigo a láurea do seu mérito. São os mártires, anônimos, da eterna e incessante luta do bem contra o mal. Vivos, são vistos por muitos com antipatia. Quando morrem - quase sempre ainda jovens -, são logo esquecidos. Bastam-lhes o clarim, a carga de espoleta e a honra de ter o seu ataúde coberto pela bandeira da corporação.

Quando criança eu sonhava ser policial. Mas logo oportunidades mais tentadoras foram surgindo em minha vida. Quando me deparo, nas ruas, com agentes da lei fardados, logo me ocorre o pensamento: são aquelas crianças que não abandonaram o sonho. Eles são tudo aquilo que sonhei na minha infância e que, adulto, não me aventurei a ser. São altivos, altaneiros e carregam na farda o seu orgulho de ser. O senso de missão, a coragem, o dever e, sobretudo, a honra são valores que lhes são incutidos, profundamente, desde o primeiro dia de treinamento.

Honra. Nós, civis, há muito já nos esquecemos do verdadeiro sentido dessa palavra. E, no entanto, para os policiais, é nela que se traduz todo o seu sentido de vida.

É desnecessário relatar aqui todos os covardes episódios que marcaram o fim de semana em São Paulo. Importante, isso sim, é registrar que, apesar de tudo, as nossas polícias - a Militar e a Civil - em momento algum se acovardaram.

"Multiplicando por mil e um os cento e trinta de 31", reza o hino da Polícia Militar, fazendo alusão aos seus primeiros soldados. Pois os PMs fizeram jus à canção. Desdobraram-se, multiplicaram-se e, após dois dias de enfrentamento, lograram virar a batalha. Causaram severas baixas ao inimigo e trouxeram a paz novamente a São Paulo.

Segundo pesquisas, os cidadãos comuns, como sempre, não reconheceram o hercúleo trabalho de nossas polícias. Infelizmente, só quem acompanhou de perto a evolução dos acontecimentos pode aquilatar a grandeza do que ocorreu.

Muitos não entenderam por que o governo do Estado recusou de pronto o auxílio federal. São aqueles que desconhecem o poderio e os brios da Polícia Militar de São Paulo. Com 94 mil homens, ela é, de longe, o maior, o melhor e o mais aparelhado aparato de segurança pública do Brasil. O mesmo ocorre com a Polícia Civil. A presença, em São Paulo, da Força Nacional de Segurança, com apenas 4 mil soldados, além de inócua, seria extremamente nociva ao moral das nossas tropas. A PM de São Paulo é orgulhosa. Seria uma humilhação pedir socorro a quem quer que seja. Após um primeiro dia de perplexidade, as forças policiais, civis e militares, se arregimentaram, se articularam e partiram coesas para a contra-ofensiva. Nada de medo, receio ou covardia. Jamais se viu a polícia agir com tamanha garra, tenacidade e determinação. Exemplo disso foi a atitude dos soldados da Rota que, na noite de domingo, se recusaram a render guarda para o turno seguinte. Apesar de extenuados, eles pretendiam cumprir mais 12 horas de rondas, "até que o último bandido fosse enfrentado".

Ao "dia da infâmia" se seguiu uma das mais ferozes batalhas que as forças policiais de São Paulo já empreenderam.

Honra. Esta é a palavra-chave para compreender a dimensão do que ocorreu. A honra da PM e da Polícia Civil foi atingida. E cada oficial, cada soldado, cada agente, todos se sentiram igualmente feridos em seus brios. Urgia resgatar a autoridade da instituição. E todos se esforçaram além de seus limites físicos para recobrá-la

Lei e ordem, para alguns, não passam de um binômio reacionário. Não é verdade. É justamente sobre esses dois alicerces que se lastreiam todas as sociedades que se pretendem civilizadas. Não há democracia que sobreviva sem o império da lei. Não há progresso que se sustente sem a imposição da ordem.

A lei e a ordem foram restauradas. E, assim, mais uma página heróica foi escrita no começo desta semana.

Parabéns, policiais, vocês cumpriram o seu dever!

Para descrever o momento não há palavras mais pungentes do que as de Abraham Lincoln, no ainda fumegante campo de batalha de Gettysburg: "(...) Que todos nós aqui presentes solenemente admitamos que esses bravos homens não morreram em vão; que esta nação, com a graça de Deus, venha a gerar uma nova liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra."

Deus os abençoe...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Comandante-Geral da PMMS é reeleito vice-presidente do Conselho Nacional de Comandantes Gerais

Campo Grande (MS) – O Comandante Geral da Polícia Militar, coronel Carlos Alberto David dos Santos, por unanimidade foi reconduzido ao cargo de vice-presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais (CNCG), órgão responsável pela determinação das diretrizes das polícias militares e bombeiros do Brasil e por representar as instituições nas discussões sobre segurança pública.



A eleição aconteceu nesta manhã (26) em São Paulo, onde o coronel David foi reconduzido à vice-presidência e o coronel Álvaro Camilo, comandante-geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo à Presidência, ambos por unanimidade.

“Em conversa com vários outros comandantes, resolvi colocar meu nome novamente a disposição do CNCG, disputando a vice-presidência e para minha surpresa fui reeleito por unanimidade. Aceito novamente este desafio porque sei da importância da organização de nossas entidades para a construção de uma segurança pública cada vez mais efetiva, além de seu uma função de destaque no cenário nacional, o que, certamente, nos fortalece aqui no Mato Grosso do Sul, pois fica com isso demonstrado o reconhecimento por parte das outras co-irmãs do nosso trabalho”, avaliou o coronel David.    

Em abril de 2010, o coronel David a pedido de alguns comandantes-gerais colocou pela primeira vez seu nome para concorrer a presidência do CNCG, e numa disputa bastante acirrada compôs a presidência ao lado do coronel Camilo da PMESP. “O resultado da eleição deste ano mostra que estamos no caminho certo e que soubemos conduzir o CNCG de acordo com as expectativas das outras polícias militares e bombeiros do Brasil. Continuarei a disposição deste colegiado porque acredito neste trabalho”conclui.

Cachorro contra Robô

segunda-feira, 25 de abril de 2011

GUZZI






FARÓIS DE XENON


Para os carros que não saem de fábrica com os faróis de Xenon, a instalação deste dispositivo é permitida desde que obedecendo algumas definições.

É obrigatório o uso de algum sistema que regule o farol em desníveis, fazendo que a luz fique focada na pista e não tenha distorções, resumindo, tem que colocar uma “mola” pra que se passar em um buraco a luz não pegue nos olhos de outros motoristas.
Além deste regulador, vai ser preciso colocar os adaptadores de lavagem de farol, lembra aquelas BMW que vinham antigamente com “limpa-farol”, é, o uso “daquela coisa” vai ser obrigatório e vai servir também para tirar toda a beleza do seu veiculo.
Se desrespeitar a norma a multa vai ser de R$127 com retenção do veiculo, além de ser considerada infração grave.
Vale lembrar ainda que toda alteração das características originais do veículo só pode ser feita com a autorização do DETRAN.