Confirmado o lançamento e a comercialização da Honda CRF 250L no Brasil
Produzida na Tailândia, o modelo que utiliza o mesmo propulsor da CBR 250R deve chegar ao nosso país ainda no primeiro semestre de 2012. A nova CRF vem para preencher a lacuna deixada após a substituição da antiga Tornado para a XRE 300, que embora tenha evoluído com a injeção eletrônica e o C-ABS, perdeu boa parte do caráter off-road da antiga XR 250.
A nova trail da marca nipônica utiliza chassi duplo berço e dupla viga, é propulsada por um monocilíndrico DOHC com 4 válvulas e alimentação por injeção eletrônica e monta bengalas invertidas sem regulagens e monoamortecedor fixado em balança de alumínio. Os freios são a disco em ambas as rodas e a postura de pilotagem é adequada para a proposta off-road, abrindo mão do conforto e ressaltando a esportividade.
Um painel digital é responsável por passar todas as informações ao piloto, que por sua vez, pode até oferecer carona a alguém, já que a motocicleta oferece pedaleiras para garupa fixadas no sub-chassi.
Com esse lançamento a Honda completa a linha trail de baixa cilindrada, e embora a CRF possa ter um preço semelhante ao da XRE, esses modelos atingem consumidores de diferentes nichos. Quem pode se dar mal com isso é a Honda CRF 230, que apesar de todos os benefícios aos praticantes do off-road, não pode ser emplacada.
Concorrente
Exibida no Salão de Milão e também no Tokyo Motor Show, a Yamaha possui uma concorrente a altura da nova Honda CRF 250L. Trata-se da WR 250R, que possui basicamente as mesmas características técnicas da marca rival, porém, com um design ainda mais agressivo e voltado para as competições fora de estrada. Alguém aí pode imaginar como seria interessante uma disputa de mercado entre essas duas aspirantes off-road?
Ficha Técnica
Motor: Um cilindro, 4 válvulas, DOHC, com refrigeração líquida
Capacidade cúbica: 249 cm³
Potência: não declarada
Torque: não declarado
Câmbio: 6 velocidades
Alimentação: Injeção eletrônica PGM-FI
Quadro: Berço duplo com tubos ovais em aço
Suspensão dianteira: Garfo Telescópico invertido
Suspensão traseira: Balança traseira em alumínio com monoamortecedor Pro-Link
Comprimento: 2.195 mm
Largura: 819 mm
Altura: 1.195 mm
Freio dianteiro: Disco simples no formato wave com pinça de pistão duplo
Freio traseiro: Disco simples no formato wave com pinça de pistão único
Pneu dianteiro: 3.00 - 21
Pneu traseiro: 120/80 - 18
Cores: Vermelha
Fonte: http://motociclismo.terra.com.br/index.asp?codc=1432
http://www.moto.com.br/testes/conteudo/honda_crf_250_l_boa_opcao_para_os_trilheiros-48037.html
terça-feira, 10 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
BMW C 600 Sport e C 650 GT
Com os modelos, a marca entra na disputa do filão dos maxiscooters
12/03/2012 11:19 - Por Edu Zampieri | fotos: divulgação
A BMW também pega a onda da diversificação e parte para a disputa do mercado de maxiscooters, o mais florescente na Europa. No Salão de Milão, realizado no fim do ano passado, foram apresentadas duas versões de maxiscooters, os primeiros da marca desde o ousado C1, do início da década, com capota e cinto de segurança.
Segundo a BMW, o C 600 Sport e o BMW C 650 GT foram desenvolvidos para unir o prazer de pilotagem de uma moto com as qualidades de conforto e capacidade de carga de um scooter. Eles serão produzidos na planta de motos de Berlim, na Alemanha.
A maior diferença entre os dois novos produtos vai além do visual. Na verdade ela reside no público-alvo que a BMW pretende atingir com cada um deles: o C 600 Sport, com cores vivas e design radical, é destinado a pilotos com ambições esportivas, trazendo menos proteção aerodinâmica e carenagem semelhante à de motos. Já o C 650 GT é destinado aos que buscam conforto em viagens, com ou sem acompanhantes. Nele, o banco é maior, com mais espaço para o acompanhante, assim como o espaço embaixo do banco para guardar cacarecos: capacetes, laptop ou capa de chuva, por exemplo. Em ambos, há espaço suficiente para dois capacetes. O guidão mais alto e a altura do banco mais baixa mudam sensivelmente a posição de pilotagem - em relação ao 600 Sport - e aumentam a proteção aerodinâmica por meio da bolha maior, regulável eletronicamente. No 600 Sport, a bolha também é regulável, mas manualmente.
Mesmo com identificações numericamente diferentes, um 600 e outro 650, vale lembrar que o motor de ambos é idêntico. O que pode alterar o desempenho são as areas frontais e o peso declarado. O 600 Sport, mais estreito, pesa 249 kg e pode levar vantagem em relação aos 261 kg do 650 GT, que é mais largo.
Motor
O motor usa dois cilindros paralelos inclinados a 70 graus com duplo comando e é capaz de render 60 cv a 7 500 rpm e 6,6 mkgf a 6 000 rpm. É um motor inédito na marca, alimentado por injeção eletrônica e com dois contrapesos equilibradores no virabrequim para anular o máximo de vibração possível. Para a transmissão final, os engenheiros optaram pela receita que dá mais certo em scooters: o eficiente sistema CVT (Continuously Variable Transmission), com polias e embreagem centrífuga, evitando que o piloto troque de marchas e garantindo também baixa manutenção e pouco ruído. O sistema de escapamento em aço inoxidável já coloca esses scooters dentro da futura lei antipoluição Euro4, que não entrou em vigor ainda.
Suspensões
A BMW declarou que a meta durante o desenvolvimento das suspensões foi garantir confiança nas trajetórias em alta velocidade e proporcionar conforto nos esburacados trajetos urbanos. O quadro mescla tubos de aço com elementos injetados de alumínio para o suporte da balança da suspensão traseira. Na maioria dos scooters, o motor movimenta-se para cima e para baixo com a balança traseira, mas isso não acontece no C 600 Sport e no C 650 GT. O motor é fixado rigidamente no quadro sem auxílio de coxins de borracha, fazendo com que seja parte estrutural do chassi. Na dianteira, os tubos são semelhantes aos de motos, com bengalas telescópicas invertidas de 40 mm de diâmetro e 115 mm de curso. Para tirar partido de tamanha eficiência dinâmica, os alemães optaram por rodas grandes em seus scooters. Tanto o C 600 Sport quanto C 650 GT estão equipados com rodas de 15 polegadas e calçadas com pneus radiais de medidas 120/70 na dianteira e 160/60 na traseira.
Na hora de parar os brinquedos, que segundo a BMW podem atingir até 175 km/h, dois discos de freio de 270 mm de diâmetro na frente e outro de mesma medida na traseira entram em ação. O sistema ABS é de série.
Ainda não há previsão para a chegada deles ao Brasil. Como se trata de um lançamento mundial, fabricado na Alemanha, ele poderá chegar às lojas brasileiras no fim do primeiro semestre. Considerando o preço do seu principal concorrente, o Suzuki Burgman 650, de 37 900 reais, que entra no país via Manaus (AM), vai ser difícil o C 600 Sport e o C 650 GT chegarem por aqui por menos de 40 000 reais.
Trem de força
O motor dos scooters BMW C é um bicilíndrico paralelo de 647 cm3, com inclinação de 70°, DOHC, refrigerado a água, com 60 cv a 7 500 rpm. Os pistões têm 66 mm x 70 mm de diâmetro e curso. A defasagem do virabrequim é de 90°, com o tempo de explosão a cada 270°, como num motor em V. No cabeçote, os dois comandos das oito válvulas são acionados por corrente. A taxa de compressão é de 11,6:1. A lubrificação é por cárter seco, com bomba de óleo de ação dupla, encarregando-se de aspirar e pressurizar. O tanque de óleo está integrado ao bloco, contribuindo para as reduzidas dimensões. O motor mais o câmbio CVT pesam 81 kg. Apesar do câmbio CVT, há uma corrente da transmissão final que viaja por dentro de uma cápsula umedecida em 750 ml de óleo 90. O tanque de combustível tem 16 litros, 4 de reserva. Como acontece na G 450 X de enduro, a fixação da balança monobraço da suspensão é coaxial ao eixo da transmissão final, evitando que a tensão da correia de transmissão final varie com o curso.
FONTE:
http://quatrorodas.abril.com.br/moto/testes/bmw-c-600-sport-c-650-gt-679267.shtml
12/03/2012 11:19 - Por Edu Zampieri | fotos: divulgação
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| BMW C 600 Sport e C 650 GT |
A BMW também pega a onda da diversificação e parte para a disputa do mercado de maxiscooters, o mais florescente na Europa. No Salão de Milão, realizado no fim do ano passado, foram apresentadas duas versões de maxiscooters, os primeiros da marca desde o ousado C1, do início da década, com capota e cinto de segurança.
Segundo a BMW, o C 600 Sport e o BMW C 650 GT foram desenvolvidos para unir o prazer de pilotagem de uma moto com as qualidades de conforto e capacidade de carga de um scooter. Eles serão produzidos na planta de motos de Berlim, na Alemanha.
A maior diferença entre os dois novos produtos vai além do visual. Na verdade ela reside no público-alvo que a BMW pretende atingir com cada um deles: o C 600 Sport, com cores vivas e design radical, é destinado a pilotos com ambições esportivas, trazendo menos proteção aerodinâmica e carenagem semelhante à de motos. Já o C 650 GT é destinado aos que buscam conforto em viagens, com ou sem acompanhantes. Nele, o banco é maior, com mais espaço para o acompanhante, assim como o espaço embaixo do banco para guardar cacarecos: capacetes, laptop ou capa de chuva, por exemplo. Em ambos, há espaço suficiente para dois capacetes. O guidão mais alto e a altura do banco mais baixa mudam sensivelmente a posição de pilotagem - em relação ao 600 Sport - e aumentam a proteção aerodinâmica por meio da bolha maior, regulável eletronicamente. No 600 Sport, a bolha também é regulável, mas manualmente.
Mesmo com identificações numericamente diferentes, um 600 e outro 650, vale lembrar que o motor de ambos é idêntico. O que pode alterar o desempenho são as areas frontais e o peso declarado. O 600 Sport, mais estreito, pesa 249 kg e pode levar vantagem em relação aos 261 kg do 650 GT, que é mais largo.
Motor
O motor usa dois cilindros paralelos inclinados a 70 graus com duplo comando e é capaz de render 60 cv a 7 500 rpm e 6,6 mkgf a 6 000 rpm. É um motor inédito na marca, alimentado por injeção eletrônica e com dois contrapesos equilibradores no virabrequim para anular o máximo de vibração possível. Para a transmissão final, os engenheiros optaram pela receita que dá mais certo em scooters: o eficiente sistema CVT (Continuously Variable Transmission), com polias e embreagem centrífuga, evitando que o piloto troque de marchas e garantindo também baixa manutenção e pouco ruído. O sistema de escapamento em aço inoxidável já coloca esses scooters dentro da futura lei antipoluição Euro4, que não entrou em vigor ainda.
Suspensões
A BMW declarou que a meta durante o desenvolvimento das suspensões foi garantir confiança nas trajetórias em alta velocidade e proporcionar conforto nos esburacados trajetos urbanos. O quadro mescla tubos de aço com elementos injetados de alumínio para o suporte da balança da suspensão traseira. Na maioria dos scooters, o motor movimenta-se para cima e para baixo com a balança traseira, mas isso não acontece no C 600 Sport e no C 650 GT. O motor é fixado rigidamente no quadro sem auxílio de coxins de borracha, fazendo com que seja parte estrutural do chassi. Na dianteira, os tubos são semelhantes aos de motos, com bengalas telescópicas invertidas de 40 mm de diâmetro e 115 mm de curso. Para tirar partido de tamanha eficiência dinâmica, os alemães optaram por rodas grandes em seus scooters. Tanto o C 600 Sport quanto C 650 GT estão equipados com rodas de 15 polegadas e calçadas com pneus radiais de medidas 120/70 na dianteira e 160/60 na traseira.
Na hora de parar os brinquedos, que segundo a BMW podem atingir até 175 km/h, dois discos de freio de 270 mm de diâmetro na frente e outro de mesma medida na traseira entram em ação. O sistema ABS é de série.
Ainda não há previsão para a chegada deles ao Brasil. Como se trata de um lançamento mundial, fabricado na Alemanha, ele poderá chegar às lojas brasileiras no fim do primeiro semestre. Considerando o preço do seu principal concorrente, o Suzuki Burgman 650, de 37 900 reais, que entra no país via Manaus (AM), vai ser difícil o C 600 Sport e o C 650 GT chegarem por aqui por menos de 40 000 reais.
Trem de força
O motor dos scooters BMW C é um bicilíndrico paralelo de 647 cm3, com inclinação de 70°, DOHC, refrigerado a água, com 60 cv a 7 500 rpm. Os pistões têm 66 mm x 70 mm de diâmetro e curso. A defasagem do virabrequim é de 90°, com o tempo de explosão a cada 270°, como num motor em V. No cabeçote, os dois comandos das oito válvulas são acionados por corrente. A taxa de compressão é de 11,6:1. A lubrificação é por cárter seco, com bomba de óleo de ação dupla, encarregando-se de aspirar e pressurizar. O tanque de óleo está integrado ao bloco, contribuindo para as reduzidas dimensões. O motor mais o câmbio CVT pesam 81 kg. Apesar do câmbio CVT, há uma corrente da transmissão final que viaja por dentro de uma cápsula umedecida em 750 ml de óleo 90. O tanque de combustível tem 16 litros, 4 de reserva. Como acontece na G 450 X de enduro, a fixação da balança monobraço da suspensão é coaxial ao eixo da transmissão final, evitando que a tensão da correia de transmissão final varie com o curso.
FONTE:
quinta-feira, 5 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
Veja lançamentos de motos esperados para este ano
Lista traz cerca de 30 modelos, vários vistos nos salões de SP e de Milão.
País ganhará mais uma marca em 2012, a Triumph.
Após bater recorde de vendas ainda em novembro de 2011, o mercado de motos deve continuar aquecido. São diversos os lançamentos previstos para este ano, entre eles alguns apresentados no último Salão de Milão, em novembro passado. O G1 preparou uma lista com os modelos esperados para rodar pelo Brasil em 2012.
País ganhará mais uma marca em 2012, a Triumph.
Após bater recorde de vendas ainda em novembro de 2011, o mercado de motos deve continuar aquecido. São diversos os lançamentos previstos para este ano, entre eles alguns apresentados no último Salão de Milão, em novembro passado. O G1 preparou uma lista com os modelos esperados para rodar pelo Brasil em 2012.
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| BMW C 600 Sport e C 650 GTOs dois scooters de alta cilindrada foram vistos no Salão de Milão. Eles são equipados com o novo motor de dois cilindros e 647 cm³ da BMW que é capaz de alcançar potência máxima de 60 cv a 7.500 rpm e 6,73 mkgf a 6.000 rpm. A chegada ao Brasil ainda não está confirmada pela fabricante. |
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| Honda CRF 250L É uma trail com aptidões mistas de asfalto e terra, que utiliza como base o mesmo motor da CBR 250R, um monocilíndrico de 249,6 cm³ e refrigeração líquida. A chegada da moto foi confirmada no Salão de Tóquio, em dezembro. A proposta da CRF 250L é muito similar ao da extinta XR 250 Tornado, que saiu de linha com o lançamento da XRE 300, em 2009. |
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| Dafra Next 250 Exibida no último Salão Duas Rodas, em outubro passado, deve chegar às lojas em março. Fruto de parceria com a taiwanesa SYM, esta moto urbana vem com motor de refrigeração líquida e injeção eletrônica Com 249,4 cm³, o bloco monocilíndrico tem potência máxima de 24 cv a 7.500 rpm e 2,35 mkgf de torque a 6.500 rpm. A velocidade máxima é de 131 km/h. |
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| Ducati 1199 Panigale Apresentada em Milão, esta esportiva é, segundo a marca, a moto em produção de larga escala com melhores relações peso-potência e torque-potência do mundo, com peso a seco de 164 kg. O motor de 2 cilindros e 1199 cm³ é capaz de alcançar a potência máxima de 195 cv. |
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| Ducati Streetfighter 848 Trata-se de uma versão mais acessível da Streetfighter 1098 e deve chegar às lojas no início deste ano. Seu propulsor possui 2 cilindros e alcança 140 cv a 10.500 rpm e torque máximo de e 9,53 mkgf a 9.500 rpm. |
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| Traxx Dunna 600 Possui motor monocilíndrico de 590 cm³, refrigerado a água, com 4 válvulas e comando SOHC alimentado por injeção eletrônica, que desenvolve 35 cv a 6.000 rpm e torque máximo de 4,6 mkgf a 4.500 rpm. O câmbio é de cinco marchas. Deverá ser lançada ainda no 1º semestre, com preço estimado entre R$ 19 mil e R$ 23 mil pela marca. |
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| Honda NC700X Também confirmada em Tóquio, é uma moto de uso misto de média cilindrada. Segundo o engenheiro Masanori Aoki, que desenvolveu o modelo, ele será montado na fábrica da Honda em Manaus. Há duas versões: uma com câmbio manual de 6 marchas e outra com o câmbio de dupla embreagem, que proporciona transmissão automática. |
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| Kawasaki Agility 200i O Agility é um scooter de baixa cilindrada, mais adequado a deslocamentos curtos na cidade. O motor de 163 cm³ alcança 10,3 cv a 7.500 rpm. A chegada ao Brasil também não foi confirmada ainda pela Kawasaki. |
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| Kawasaki Ninja ZX-14R Apresentado em outubro passado, o modelo renovado passou a ser, de acordo com a Kawasaki, “a moto de série com aceleração mais potente do mundo”. A potência máxima chega a 210 cv a 10.000 rpm. O torque atinge 16,6 mkgf a 7.500 rpm. Também são esperadas as chegadas das bicilíndricas Ninja 650R e ER-6n, ambas renovadas. |
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| Kawasaki Versys 1000 Utilizando como base conceito e visual da Versys, a marca japonesa criou uma nova motocicleta que se encaixa no segmento das trail de alta cilindrada. Ella foi apresentada no Salão de Milão com o mesmo motor da Z1000 e Ninja 1000. Ele teve seu comportamento revisto e baixou de 138 cv para 117 cv de potência máxima a 9.900 rpm. |
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| KTM 200 Duke A pequena moto será a primeira montada pela austríaca KTM em sua fábrica no Brasil, em Manaus. O início da produção está marcado para março de 2012. |
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| KTM 690 Duke A marca diz que a nova 690 Duke é a moto com propulsor de 1 cilindro mais potente já produzida. Esta naked — moto destinada ao asfalto, sem carenagens — está equipada com motor de 690 cm³ de refrigeração líquida e com injeção eletrônica capaz de alcançar 67 cv de potência máxima. |
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| Kawasaki Kymco Xciting R 500 Esse scooter chega a 37,8 cv de potência com seu motor de 498,5 cm³. A Kymco e a Kawasaki são parceiras no exterior, o que facilitaria a vinda dos produtos ao Brasil, mas a importação desse modelo ainda não foi confirmada oficialmente. |
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| Honda CBR 250 R A pequena moto esportiva deve ser lançada no primeiro trimestre. Ela conta com propulsor monocilíndrico de 249,6 cm³ e refrigeração líquida, que rende 26 cv de potência máxima a 8.500 rpm. |
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| MV Agusta Brutale 675 Mostrada em Milão, ela utiliza como base o mesmo motor da esportiva F3, a moto sem carenagens completa a família Brutale. O motor é um 3 cilindros com 675 cm³, com potência máxima de 115 cv a 10.600 e 7,24 mkgf a 10.600 rpm. Com ele, a Brutale alcançar velocidade máxima de 225 km/h. |
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| Suzuki Inazuma 250 O modelo que já havia feito sua estreia na China, com o nome de GW 250, deve chegar às lojas na Inglaterra no 2º semestre. A vinda ao Brasil não está confirmada. A moto conta com motor de 2 cilindros paralelos com injeção eletrônica e 248 cm³. O conjunto é completado por um câmbio de seis marchas. |
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| Triumph A marca britânica confirmou seu retorno ao Brasil a partir de julho, com operação própria. São esperados para desembarcar por aqui modelos como Tiger 1200,Tiger 800 (foto) / XC, Street Triplee Speed Triple. |
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| Yamaha T-Max O scooter de alta cilindrada foi mostrado totalmente renovado às vésperas do Salão de Milão. O novo motor é um bicilíndrico de 530 cm³, 4 válvulas, com injeção eletrônica, capaz de atingir 46,4 cv de potência máxima a 6.750 rpm e torque de 5,3 mkgf 5.250 rpm. O chassi, de alumínio, conta agora com nova balança. Com as mudanças, o scooter pesa 4 kg a menos. |
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| Yamaha X-MaxAssim como o T-Max, esse scooter foi exibido no estande da marca no Salão Duas Rodas, em outubro passado. Na época, a Yamaha diz que estudava trazê-los ao Brasil. Este modelo conta com motor monocilíndrico de 249,78 cm³. |
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| Yamaha YZF-R1 A marca japonesa equipou sua esportiva com controle de tração e mapas de potência no propulsor de 998 cm³. O dispositivo entra em ação quando a roda traseira perde tração durante as acelerações, assim, o controle é acionado impedindo que a roda escorregue, controlando a injeção de combustível no motor. |
FONTE: http://g1.globo.com/carros/noticia/2012/01/veja-lancamentos-de-motos-esperados-para-este-ano.html
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